Viagem rápida, viu, motorista! Só quero contar rapidinho um momento tão gostoso, especial e inspirador.
Sexta houve reunião dos "Los Teruga" (não posso explicar o significado disso sem autorização do grupo), mas essa é a turma de amigos da facu do meu marido, e essa reunião foi para entrega de convite de casamento de um dos malucos da turma (um dos TOP5).
Foi mega gostoso, rimos até doer a barriga Erick estava lá tb (@zericks) contando as histórias mais escabrosas envolvendo Presunto, Bibi e outras pessoas de "nível".
O que eu quero ressaltar aqui é o quanto me orgulho e me satisfaço em ver um teruga em especial. O Carlão. Esse cara mostra que a gente pode sempre mais.
Há muitos anos, mais de 10, Carlão passou a se locomover em cadeira de rodas, o que pra muitos seria uma limitação, mas que quando ele tira de letra!
Claro que algumas coisas devem ser menos fáceis pra ele, que não abatem em nada a alegria, o vivacidade que ele transmite é revigorante, é enebriante.Pra se ter uma idéia, o cara dá aula, trabalha com TI num grande banco, curte a vida pra caraca, mostrando que a vida segue e é normal.Sim isso mesmo normalidade e naturalidade.
E mais, durante a facu, era um dos mais pegadores!!! Pois é!!! (Marcia, a noiva dele que não me ouça!)kkkkkkk
Este post, motorista, é pra registrar o quanto Henrique (@henrique_jhs) e eu nos sentimos privilegiados em per alguém tão especial e evoluído em nossas vidas. Um exemplo pra muita gente que tem o estilo "hot wheels" de vida e outras tantas necessidades especiais que só as pessoas limitadas entendem, erroneamente, como limitações.
Ah, Motorista! Seu ônibus é adaptado para cadeirantes né? Acho bom que seja!
Então, toca, motorista!!!
Espaço em que faço minha leitura do cotidiano e divido com o mundo, simples assim e como deve ser - inclusive sem censura ou hipocrisia. O título é transposição da frase famosa que costumamos gritar quando o querido motorista de ônibus não para no ponto que precisamos descer, só que na prática a frase vem acompanhada de um apelido carinhoso!
terça-feira, 27 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
"Ah, mãe! Só mais 5 minutos!" - (Toy Story 3)
Férias de julho é sempre um drama: faz frio, chove (como neste dias) e pais e mães só tiram férias uma vez ao ano. E aí, o que fazer com as crianças nas férias de julho?
Como tia e madrinha dedicada que sou (mesmo! levo pra dar vacina, faço lição de casa e vou em reunião de pais e mestres), resolvi ajudar vovó Elza e levar meus sobrinhos ao cinema. Mariana (Maroni) de 9 e João Vitor (Vitono), 5. Ah! Tio Henrique (@henrique_jhs) também se juntou à bagunça.
Pegamos uma sessão 3D de Toy Story 3 com tudo a que se tem direito: pipoca, refri e ida ao banheiro na melhor hora do filme. : %
Já havia lido algumas coisas muito tocantes sobre o filme, mas o sentimento que tenho em mim agora é algo que só mesmo assistindo o filme pra entender.
Como é bom ver um filme, ou um desenho, como as crianças dizem, que traz uma mensagem tão simples e tão importante ao mesmo tempo. Principalmente porque as mensagem simples são as que realmente importam. E a questão nem é desapegar-se ou doar, mas é entender o quão importante é a infância e seus brinquedos. Sim, porque quando a gente é criança o que é nosso? O que é propriedade particular? O que é só seu? Seus BRINQUEDOS!
E que delícia é brincar, é se jogar na grama fugindo de uma gelatina extraterrestre que vem roubar os morangos da Moranguinho e Sua Turma! Ou pedir por favor para um amiguinho deixar sua Barbie namorar o Comandos em Ação dele!
Que baita exercício criativo!
A gente esquece ou não prioriza esses momentos lúdicos de alimentar a imaginação, os sonhos e tudo aquilo que devia ser, mas não é ou não existe.
Momento confissão: passei os primeiros 10 anos da minha vida acreditando dentro de mim que todos os meus brinquedos TINHAM VIDA quando eu não estava perto. Até arrumava todos em turminhas para brincarem depois de me despedir de cada um ao ir pra escola ou quando viaja 40 dias em férias de verão.
Como é gostoso não ter compromisso com o real ou com o que há de chato/duro/difícil na vida... ai, ai...
E nessa nostalgia, melancolia e saudosismo todos, teve outra coisa de muito bom e especial, que é ter 30 anos e ter vivíssimas minhas lembranças mais doces das minhas brincadeiras, das maluquices "pueris" (escrevendo em termos rebuscados!rs). Deve ter gente que esqueceu ou que nem teve isso, mas eu não! Pra mim foi ontem que brincava com minha casa da Barbie 3 andares com elevador panorâmico, com meu Sr. Cara de Batata, acusava dizendo empolgada "foi o Coronel Mostarda, com a chave-inglesa, no Biblioteca!" e contava meus segredos mais íntimos e impublicáveis ao meu urso azul Franginha! (que dormiu comigo dos 6 até minha última noite de solteira - pronto falei! momento confissão #2)
Até hoje guardo alguns brinquedos, cuido deles como preciosidades e acho que não me desfazer deles é uma forma de lembrar, ainda que só às vezes, que ainda sou aquela neguinha gordinha (ainda gordinha), de cabelo trançado (bem puxadinho até ficar japonesa), né vó!?
Agora, toca motorista! - A propósito, me casei em maio de 2008! rsrsrsrs
Como tia e madrinha dedicada que sou (mesmo! levo pra dar vacina, faço lição de casa e vou em reunião de pais e mestres), resolvi ajudar vovó Elza e levar meus sobrinhos ao cinema. Mariana (Maroni) de 9 e João Vitor (Vitono), 5. Ah! Tio Henrique (@henrique_jhs) também se juntou à bagunça.
Pegamos uma sessão 3D de Toy Story 3 com tudo a que se tem direito: pipoca, refri e ida ao banheiro na melhor hora do filme. : %
Já havia lido algumas coisas muito tocantes sobre o filme, mas o sentimento que tenho em mim agora é algo que só mesmo assistindo o filme pra entender.
Como é bom ver um filme, ou um desenho, como as crianças dizem, que traz uma mensagem tão simples e tão importante ao mesmo tempo. Principalmente porque as mensagem simples são as que realmente importam. E a questão nem é desapegar-se ou doar, mas é entender o quão importante é a infância e seus brinquedos. Sim, porque quando a gente é criança o que é nosso? O que é propriedade particular? O que é só seu? Seus BRINQUEDOS!
E que delícia é brincar, é se jogar na grama fugindo de uma gelatina extraterrestre que vem roubar os morangos da Moranguinho e Sua Turma! Ou pedir por favor para um amiguinho deixar sua Barbie namorar o Comandos em Ação dele!
Que baita exercício criativo!
Pena que a gente cresce e esquece de brincar...
A gente esquece ou não prioriza esses momentos lúdicos de alimentar a imaginação, os sonhos e tudo aquilo que devia ser, mas não é ou não existe.
Momento confissão: passei os primeiros 10 anos da minha vida acreditando dentro de mim que todos os meus brinquedos TINHAM VIDA quando eu não estava perto. Até arrumava todos em turminhas para brincarem depois de me despedir de cada um ao ir pra escola ou quando viaja 40 dias em férias de verão.
Como é gostoso isso...
Como é gostoso não ter compromisso com o real ou com o que há de chato/duro/difícil na vida... ai, ai...
E nessa nostalgia, melancolia e saudosismo todos, teve outra coisa de muito bom e especial, que é ter 30 anos e ter vivíssimas minhas lembranças mais doces das minhas brincadeiras, das maluquices "pueris" (escrevendo em termos rebuscados!rs). Deve ter gente que esqueceu ou que nem teve isso, mas eu não! Pra mim foi ontem que brincava com minha casa da Barbie 3 andares com elevador panorâmico, com meu Sr. Cara de Batata, acusava dizendo empolgada "foi o Coronel Mostarda, com a chave-inglesa, no Biblioteca!" e contava meus segredos mais íntimos e impublicáveis ao meu urso azul Franginha! (que dormiu comigo dos 6 até minha última noite de solteira - pronto falei! momento confissão #2)
Até hoje guardo alguns brinquedos, cuido deles como preciosidades e acho que não me desfazer deles é uma forma de lembrar, ainda que só às vezes, que ainda sou aquela neguinha gordinha (ainda gordinha), de cabelo trançado (bem puxadinho até ficar japonesa), né vó!?
Agora, toca motorista! - A propósito, me casei em maio de 2008! rsrsrsrs
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Mais que crime. Uma questão de família - Caso Bruno
Não queria retomar os posts com um tema desse, mas vamos direto ao ponto: VAI DESCER, MOTORISTA!
Há semanas temos visto esse caso do goleiro Bruno e essa guria Eliza.
Não vou aqui debater a inominável atitude deste ser, que não é humano, com relação à menina, à vida, às pessoas/ sociedade. O fato em si é algo que não terá justiça completa, já que o código penal não prevê esse tipo de monstruosidade e logo não prevê prisão perpétua, castração química e afins. Porque eu não acredito que exista alguém que acredite na recuperação dessa quadrilha, seja no sistema carcerário atual ou qualquer outro neste mundo.
O mais importante de tudo isso é pensar nos atores principais desse filme, digo filme porque nem parece real de tão bizarro, afinal é coisa errada por todos os lados.
O tal do Bruno não tem qualificação, não existe palavra para dizer o que ele fez. Portanto é um desclassificado. Mas veja a trajetória dessa pessoa, que é, na verdade, uma entre milhares ou milhões no Brasil, um lugar em que família, ter filhos e cuidar deles está cada vez mais ordinário, banalizado e até mesmo ultrapassado.
A mim, me causa muuuuita estranheza e até repugnância a condução do mundo e da humanidade (ou desumanidade), sabe... eu realmente não entendo essa coisa de golpe da barriga, acho um crime com a criança, por melhor que essa seja cuidada e embora, pra mãe, em muitos casos, seja realmente eficaz e rentável. Ao mesmo tempo não entendo como uma pessoa planeja uma morte, sobretudo de uma pessoa com quem há um certo relacionamento e até um possível filho.
Nesse embróglio todo não interessa se o cara era jogador, rico ou o cacete de agulha, a questão não é a falta de estrutura desse povo que enriquece de uma hora pra outra no futebol ou outra atividade - até porque todo mundo sempre soube disso e os clubes não podem ser inteiramente responsabilizados.O que importa é a história dele como pessoa.
E da guria também! Ela é vítima sim, não merecia nada disso. Mas também é fato que ela não agiu tão corretamente nessa novela.
Acho que o tema a ser debatido aqui é como as famílias estão se deformando ou invés de se formar e como as pessoas estão vivendo baseadas em valores deturpados, bizarros mesmo.
- Casar e ter namoradas PUBLICAMENTE! Moderno, isso, não?
- Ter capangas que resolvem seus problemas sob cargos de secretário/ assessor - Chique ter assessor!
- Largar os estudos e ser modelo-manequim-manicure, pra acabar fazendo um pornozinho safado, que não vai render grana nem nada.
- Assumir a profissão oportunista, porque ai vale tudo! O importante é achar a OPORTUNIDADE seja do que for - desde que seja rentável pra valer.
- Ter filho e largar pra trás ou ter filho e ter mais um filho com a cunhada! PELO AMOR DE DEUS, MOTORISTA!
Fala pra mim ser isso é normal! Se for eu vou entender, embora não vá aceitar.
Tem coisas, atitudes que não tem desculpa, até porque, pedir desculpa é bem mais fácil do que ser consequente, responsável e correto. A novela Bruno não tem desculpa para ele, para a coitada da menina que ainda morreu, para os pais de ambos que não fizeram sua parte e para esses outros malucos que queria tirar proveito do bobo do goleiro e acabaram se ferrando junto.
Quando vejo essas coisa, repenso em ter filhos. Ao mesmo tempo não posso me privar de viver minha vida e realizar meus sonhos por seres como esses, seres não, calhordas mesmo.
É preciso, de uma vez por todas, que se entenda que a vida não é uma brincadeira - nem a própria nem a dos outros. Ser conseuquente, responsável e ter bons valores não custa muito, na verdade é de graça. É fundamental que se entenda e se propague a realidade de que casamento é coisa séria, ter uma família é muito sério e criar filhos não é fácil, mas também não é impossível. Acho que é tão simples entender isso e tentar praticar da melhor maneira...
Poderia escrever páginas e páginas sobre isso. Mas valores e compreensão do valor da vida a gente traz dentro de si e quem planta isso são as pessoas que nos amam, verdadeiramente e desinteressadamente.
Disso tudo, fica mais um aprendizado pelo mau exemplo e a certeza de que os culpados são vítimas e vice-versa.
Tudo isso me deixa muito triste e menos crédula nas pessoas, lamentável.
Nem precisa dizer que estou puxando a cordinha...
PS: Independente da história desse menina, NADA justifica sua morte. Nem a marca que esse bebê levará uma vida toda.
Há semanas temos visto esse caso do goleiro Bruno e essa guria Eliza.
Não vou aqui debater a inominável atitude deste ser, que não é humano, com relação à menina, à vida, às pessoas/ sociedade. O fato em si é algo que não terá justiça completa, já que o código penal não prevê esse tipo de monstruosidade e logo não prevê prisão perpétua, castração química e afins. Porque eu não acredito que exista alguém que acredite na recuperação dessa quadrilha, seja no sistema carcerário atual ou qualquer outro neste mundo.
O mais importante de tudo isso é pensar nos atores principais desse filme, digo filme porque nem parece real de tão bizarro, afinal é coisa errada por todos os lados.
O tal do Bruno não tem qualificação, não existe palavra para dizer o que ele fez. Portanto é um desclassificado. Mas veja a trajetória dessa pessoa, que é, na verdade, uma entre milhares ou milhões no Brasil, um lugar em que família, ter filhos e cuidar deles está cada vez mais ordinário, banalizado e até mesmo ultrapassado.
A mim, me causa muuuuita estranheza e até repugnância a condução do mundo e da humanidade (ou desumanidade), sabe... eu realmente não entendo essa coisa de golpe da barriga, acho um crime com a criança, por melhor que essa seja cuidada e embora, pra mãe, em muitos casos, seja realmente eficaz e rentável. Ao mesmo tempo não entendo como uma pessoa planeja uma morte, sobretudo de uma pessoa com quem há um certo relacionamento e até um possível filho.
Nesse embróglio todo não interessa se o cara era jogador, rico ou o cacete de agulha, a questão não é a falta de estrutura desse povo que enriquece de uma hora pra outra no futebol ou outra atividade - até porque todo mundo sempre soube disso e os clubes não podem ser inteiramente responsabilizados.O que importa é a história dele como pessoa.
E da guria também! Ela é vítima sim, não merecia nada disso. Mas também é fato que ela não agiu tão corretamente nessa novela.
- Casar e ter namoradas PUBLICAMENTE! Moderno, isso, não?
- Ter capangas que resolvem seus problemas sob cargos de secretário/ assessor - Chique ter assessor!
- Largar os estudos e ser modelo-manequim-manicure, pra acabar fazendo um pornozinho safado, que não vai render grana nem nada.
- Assumir a profissão oportunista, porque ai vale tudo! O importante é achar a OPORTUNIDADE seja do que for - desde que seja rentável pra valer.
- Ter filho e largar pra trás ou ter filho e ter mais um filho com a cunhada! PELO AMOR DE DEUS, MOTORISTA!
Fala pra mim ser isso é normal! Se for eu vou entender, embora não vá aceitar.
Tem coisas, atitudes que não tem desculpa, até porque, pedir desculpa é bem mais fácil do que ser consequente, responsável e correto. A novela Bruno não tem desculpa para ele, para a coitada da menina que ainda morreu, para os pais de ambos que não fizeram sua parte e para esses outros malucos que queria tirar proveito do bobo do goleiro e acabaram se ferrando junto.
Quando vejo essas coisa, repenso em ter filhos. Ao mesmo tempo não posso me privar de viver minha vida e realizar meus sonhos por seres como esses, seres não, calhordas mesmo.
É preciso, de uma vez por todas, que se entenda que a vida não é uma brincadeira - nem a própria nem a dos outros. Ser conseuquente, responsável e ter bons valores não custa muito, na verdade é de graça. É fundamental que se entenda e se propague a realidade de que casamento é coisa séria, ter uma família é muito sério e criar filhos não é fácil, mas também não é impossível. Acho que é tão simples entender isso e tentar praticar da melhor maneira...
Poderia escrever páginas e páginas sobre isso. Mas valores e compreensão do valor da vida a gente traz dentro de si e quem planta isso são as pessoas que nos amam, verdadeiramente e desinteressadamente.
Disso tudo, fica mais um aprendizado pelo mau exemplo e a certeza de que os culpados são vítimas e vice-versa.
Tudo isso me deixa muito triste e menos crédula nas pessoas, lamentável.
Nem precisa dizer que estou puxando a cordinha...
PS: Independente da história desse menina, NADA justifica sua morte. Nem a marca que esse bebê levará uma vida toda.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Pregui e a revelação de uma das principais regras da vida
Nossa, vários dias sem escrever.
O tempo passa rápido demais ou a gente é que não aproveita a vida?
Bom, esse pode ser um bom tema de post, hein!?!
Hoje estou com uma pregui danada de escrever, ser profunda ou só mandar tudo à merda.
Até tenho coisas bacanas pra contar, coisas que até o motorista largaria a direção e desceria e outras novidades. Só que to com uma pregui danada (já falei isso antes?), sabe aquela coisa boa de botar o pijamão mais cedo, assistir um programa besta só pra rir e tomar aquele leitinho com Tody e pão com manteiga (hoje bolo de fubá da mamãe) que dá depois de um dia cheio de coisas boas, como um castelinho de areia com a criançada na praia? (verídico, fato, rolou mesmo e hoje!)
Tô assim hoje.
Amanhã devo escrever mais longamente, até porque é dia da família representar!
Laranja mecânica p... nenhuma! Vamos com tudo pra cima dos tamancos de madeira (wtf is that?).
Em país moderninho, pra-frentex, levar por trás tudo bem, é legalize!!! Até porque dizem que determinadas coisas na vida respeita a seguinte regra: primeiro dói, ai dói e é gostoso e deeepois é só gostoso. Como sempre tomamos a 'laranjada' que os holandeses nos oferecem, eles já, com certeza, estão na última fase (goxxxtosssso!).
Amanhã vamos de pelo menos 2, isso só aqui da família. VAI ROBINHO!
Toca motorista! Que tô com preguiça de puxar a cordinha.
PS: Jana, vc (bailarina, magérrima e gostosona ao ponto de casar com um vestido de noiva modelo sereia, comentar meu post sobre luta com a balança é pra pedir uma pizza quatro queijos e cortar os pulsos (depois de comer)... Somos irmãs, mas não abusa, gata! rsrsrs
O tempo passa rápido demais ou a gente é que não aproveita a vida?
Bom, esse pode ser um bom tema de post, hein!?!
Hoje estou com uma pregui danada de escrever, ser profunda ou só mandar tudo à merda.
Até tenho coisas bacanas pra contar, coisas que até o motorista largaria a direção e desceria e outras novidades. Só que to com uma pregui danada (já falei isso antes?), sabe aquela coisa boa de botar o pijamão mais cedo, assistir um programa besta só pra rir e tomar aquele leitinho com Tody e pão com manteiga (hoje bolo de fubá da mamãe) que dá depois de um dia cheio de coisas boas, como um castelinho de areia com a criançada na praia? (verídico, fato, rolou mesmo e hoje!)
Tô assim hoje.
Amanhã devo escrever mais longamente, até porque é dia da família representar!
Laranja mecânica p... nenhuma! Vamos com tudo pra cima dos tamancos de madeira (wtf is that?).
Em país moderninho, pra-frentex, levar por trás tudo bem, é legalize!!! Até porque dizem que determinadas coisas na vida respeita a seguinte regra: primeiro dói, ai dói e é gostoso e deeepois é só gostoso. Como sempre tomamos a 'laranjada' que os holandeses nos oferecem, eles já, com certeza, estão na última fase (goxxxtosssso!).
Amanhã vamos de pelo menos 2, isso só aqui da família. VAI ROBINHO!
Toca motorista! Que tô com preguiça de puxar a cordinha.
PS: Jana, vc (bailarina, magérrima e gostosona ao ponto de casar com um vestido de noiva modelo sereia, comentar meu post sobre luta com a balança é pra pedir uma pizza quatro queijos e cortar os pulsos (depois de comer)... Somos irmãs, mas não abusa, gata! rsrsrs
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